Yes, nós temos bananas!

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Ela já foi tema de Andy Warhol, e acabou virando a capa de disco mais famosa do Velvet Underground. Se come crua, frita, assada ou cozida. Também já entrou pra moda desde a Carmen Miranda e, prepare-se: tem um museu inteirinho dedicada à ela. Sim, isso mesmo, estamos falando de banana!

O International Banana Museum foi criado por Ken Bannister, um apaixonado pelo tema, e se destina a contar a história e várias curiosidades sobre a fruta. Por lá você vai encontrar mais de 6 mil (!!) artefatos, tais como calendários, propagandas antigas, bottons, caixas e selos, além de objetos bem curiosos em formato de banana… tipo um cello. Sim, isso mesmo, aquele instrumento musical.

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Aqui embaixo a gente deixa um vídeo pra você conferir a entrevista  com o figura Fred Garbutt, presidente e curador da instituição, e ver um pouco do que o museu oferece. Da próxima vez que for pra gringa, passe lá! Circuito alternativo hoje em dia está ~bombando~

Nova coleção da Vans traz estampas da Liberty

Não é novidade nenhuma que a gente aqui do Marginália super curte uma estampa. Entre as nossas “paixonites” está a Liberty, uma marca londrina que cria texturas incríveis e faz parcerias com o mundo fashion constantemente. A última delas foi a Vans, com uma coleção de tênis, que motivou este post. Dá uma espiada no resultado:

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Vans-x-Liberty_Authentic_Liberty_Peacock_True-White_Holiday-2013

Vans-x-Liberty_Sk8-Hi-Slim_Liberty_Ditsy-Floral_Black_Holiday-2013

Vans-x-Liberty_Sk8-Hi-Reissue_Liberty_Blue-Depths_Holiday-2013

Vans-x-Liberty_Era-59_Liberty_Speckle_True-White_Holiday-2013

As estampas foram resgatadas da longa trajetória da Liberty, que existe desde 1875 e inclui o trabalho de vários designers que participaram dos movimentos Arts and Crafts e de Art Nouveau.

Os preços dos “queridos” variam entre $60 e $80. Não é lá um preço muito camarada, mas também está longe dos absurdos que vemos pelas vitrines do shopping por aqui. Agora a gente quer mesmo é saber: alguém aí vai pra Londres e traz uns pares pras amigas?!

Beatriz Milhazes está em cartaz no Rio, bora lá!

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Você já ouviu falar do trabalho de Beatriz Milhazes? A gente é fanzoca do trabalho dela: colorido, alegre, impactante e, geralmente, cheio de formas geométricas que têm a cara do Brasil.

Em 2013, a artista carioca completa nada menos que 30 anos de carreira e comemora a data com a mostra “Meu Bem” no Paço Imperial, no Rio de Janeiro, que vai até o dia 27 de outubro. Depois, alô alô Curitiba! As mais de 60 obras viajam para o Museu Oscar Niemeyer, onde ficam até fevereiro do ano que vem.

Na coletânea constam gravuras, pinturas e colagens, além de um móbile de 9m produzido especialmente para a exposição. Alguns dos trabalhos nunca foram expostos no país, tal como o trabalho intitulado “Gamboa seasons” (2010), composto por quatro telas realizadas para uma exposição na Fundação Beyeler, em Basel, na Suíça.

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Enfim…
Fica aqui a nossa dica! Se quiser conhecer um pouco mais sobre Beatriz Milhazes, dá uma sapeada na entrevista que a artista deu recentemente à revista Select aqui, ou na página da galeria Fortes Vilaça, que a representa em São Paulo, aqui.

Ano que vem a moça ainda ganha um documentário, realizado por José Henrique Fonseca (o mesmo diretor de “Heleno”, protagonizado por Rodrigo Santoro), participa de exposições itinerantes pela América do Norte e ainda ganha um livro da Tashen dedicado à sua carreira.

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Inauguração marginal

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  Dizer que agora vamos começar o Marginália com toda a garra e coragem de um grande empreendedorismo não é uma maneira muito honesta de se inaugurar um brechó, simplesmente porque é apenas isso, um brechó. Mas também, classificar um projeto tão colorido e cheio de esperanças por uma vida menos complicada como sendo apenas um brechó é um pouco desmotivador.

  Então podemos dizer que o espaço está aberto e livre das nossas próprias amarras. A partir de agora você e todo mundo pode dar pitaco e levar consigo um pedaço do Margi, seja por meio das peças de roupa ou das fofocas virtuais.

  Muito mais que bananas, Marginália.